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28.6.09

Praticando turismo!




O engraçado de ser turismóloga e que quando viajo, me desvencilho de todas as teorias, do olhar crítico no quarto de hotel e caio de boca em qualquer restaurante de beira de estrada, adoro ser turista, visitar lugares cartão-postal e comprar souvenirs para os que ficaram em casa, nem que seja um ímã de geladeira.
O último lugar por onde andei foi Santa Cruz do Sul, fui, junto com a minha mãe, acompanhar meu irmão no vestibular, e enquanto ele aproveitava o confortável quarto do hotel Antonio's, nós as duas levantamos cedinho para a maratona de Santa Cruz do Sul, começando pelo rico café da manhã, e pé na tábua rumo a suntuosa e por que não, majetosa Catedral de São João Batista.




cidade é realmente um encanto, já tinha ido lá, mas foi em uma Octoberfest, e isso significa que eu não estava prestando muita atenção em arquitetura gótica, jardins e cultura germânica, a única coisa que eu queria era, no alge dos meus 15 anos, fazer muita festa.

Depois da maratona encantadora, outra surpresa, a Universidade, fiquei louca pra voltar aos tempos de estudante, e fiquei super feliz de saber que ali seria o cenário da próxima etapa da vida do meu irmão. Terça-feira passada recebemos o resultado, e agora ele já está matriculado no Curso Superior de Tecnologia da Gastronomia. Já estou preparando minhas viagens de visita e quero bóia da boa,afinal, esta é a vantagem de se ter um gourmet na famíla!!


16.11.08

Maternal

Não sei se é a idade, se é o cômodo prazer da cidade interiorana, mas da-me uma vontade de ser mãe, simplesmente me pego maternal, voraz por um piá me rodeando e se dirigindo a mim como seu templo de vivência. Alguém que seja parte da minha existência, que por natureza seja meu bem maior, meu amor eterno. Segurar aquela minúscula mão fofa e conduzi-la vida afora. Ultimamente tenho sido mais sentimental que em outros tempos, a adolscência me fez quase rude, foi preciso sobreviver sozinha e eu até gostava disso. Enquanto que a maturidade me faz desejar profundamente um filho, às vezes me vejo diante de revistas de nomes de bebê, embora eu já tenha escolhido um - Terêncio José - mas por protestos dos amigos e da família, tenho percorrido os nomes dos antepassados, embora nenhum deles seja assim tão normal que me faça desistir de Terêncio. Nos últimos meses quase tudo me comove, filmes, músicas, novelas e documentários, tudo que posso ver, ouvir e sentir. Na semana passada fui a um festival de música nativista aqui em Lavras do Sul - Bateada - e dentre as canções havia uma em especial sobre a maternidade - De ser mãe - de autoria de Esther Teixeira, e tinha um verso que dizia assim "onde cada filho é um templo" e todo o resto da poesia era inspiração maternal, uma beleza que brota do ventre das mulheres. Acredito que os filhos sejam a fonte de luz e vida dentro de uma casa, e na própria vida das vidas que os cercam. Cada pequena descoberta aquece a alma e faz nascer um sorriso no rosto dos que já se tornaram adultos. Quem sabe um dia ele vem me chamar de mamãe.

11.11.08

Um mate nas casa

é hora do mate, da família e dos recuerdos de fim de tarde, me vou, vou pra junto daqueles que são metade de mim. buenas tardes!